33 PicNic Movimento Boa Praça

INAUGURAÇÃO DA PÇA PAULO SCHIESARI E ANTÔNIO RESK

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Apresentação do Plano Cicloviário para a Lapa

Nesta quinta feira, dia 26, às 19h30m será apresentada a todos a proposta do plano cicloviário da subprefeitura da LAPA, que será executado em 3 etapas, de curto, médio e longo prazo. É um bom momento para a sociedade conhecer, vero trabalho da subprefeitura e opinar no projeto para que represente também possíveis demandas não contempladas. Não deixe de comparecer e contribuir para uma cidade mais sustentável e saudável!

A proposta a ser apresentada pode ser vista aqui.

Endereço: R. Guaicurus, 1000 – auditório da sub prefeitura.

palestra sobre CSA

Esta palestra ocorreu dia 15 de março na Associação Casa da Cidade.

CSA é uma obra de arte. Uma obra de arte muito mais imaterial que material.

O CSA já está muito forte em diversos países do mundo, com destaque para os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão. No caso deste ultimo, atualmente ¼ da produção agrícola é comercializada por CSA.

Nesta obra de arte, os consumidores passam a ser chamados de Produtores Passivos, os quais vão ficando mais e mais ligados aos fenômenos relacionados à produção (seca, chuva de granizo, queda brusca de temperatura fora de época).

Produtores Passivos e Ativos dialogam e se reúnem toda semana em um Depósito; um espaço da comunidade onde a produção será partilhada, o cházinho será tomado, as receitas difundidas e outras dinâmicas e rituais serão criados. Utilizando a criatividade e imaginação, o sentimento de alegria deve reinar sob o depósito. O clima do depósito é bem diferente do clima de uma feira.

Produtores Ativos e Passivos criam vínculos. Produtores Ativos são amigos e não funcionários. Na medida em que a obra de arte vai sendo materializada, a propriedade do Produtor Ativo passa a ser um centro de aprendizagem, de cultura, de mutirões, de imaginação, de …

Que ponto estamos? Faremos uma reunião com os produtores ativos, outra com produtores ativos e passivos e o resto é imprevisto!

quarto encontro da formação

Contrariando todas as previsões da meteorologia, amanheceu sem chuva no último sábado 11 de fevereiro, dia da Ação Transformadora, último encontro da segunda turma da formação de Agentes Socioambientais Locais. Não só não choveu, tivemos uma linda manhã de sol para trabalhar na praça.

Neste encontro, contamos com a presença do engenheiro mecânico Raimundo Nóbrega, que montou uma bancada de marcenaria e organizou a preparação do material.

Enquanto isso, alguém descobriu uma árvore caída num outro canto da praça. Não demorou muito, a árvore estava sendo reerguida e escorada por pedaços de madeira, após uma preparação da cova para melhorar o apoio.

A praça estava cheia de lixo: garrafas, botas, pratos de cerâmica, até restos de um computador. Olha só o que foi feito com esses objetos.

Enquanto algumas pessoas pintavam os corrimãos da escadaria…

…outras pintavam alguns brinquedos do parquinho…

…e outras cuidavam da jardinagem.

Com alguns baldes plásticos e estacas de madeira, várias lixeiras como esta foram instaladas em todos os cantos da praça.

O momento da pintura das plaquinhas acabou se transformando em uma agradável roda de conversa. Ouvimos várias histórias, foi um importante momento de convivência com nossos novos amigos.

Além das plaquinhas para identificação de espécies de árvores, escrevemos diversas frases inspiradoras para espalhar pela praça.

A mesa comunitária estava muito farta, como em todos os outros encontros da formação.

Em frente ao banco, a moldura. Um convite à contemplação.

E no bosque das palmeiras, uma preguiçosa sugestão.

Em uma das entradas da praça, junto à calçada, o convite para que as pessoas façam um pequeno desvio em sua rotina apressada e encontrem dentro da praça com a vida que existe ali, mais ainda agora.

terceiro encontro da formação

O terceiro encontro da segunda turma da formação de Agentes Socioambientais Locais aconteceu no último sábado, 4 de fevereiro. A engenheira agrônoma Cyra Malta trouxe suas reflexões sobre o tema da Participação Democrática, e o gestor ambiental Felipe De Lucca contou sobre sua experiência de Ação Transformadora.

Após a exibição de uma sequência de desenhos bastante inspiradora, Cyra falou sobre alguns aspectos do funcionamento do poder público, principalmente no que diz respeito às áreas verdes, e abordou de maneira muito esclarecedora a questão das responsabilidades do poder público e dos cidadãos.

Muitas dúvidas apareceram entre os participantes, sobre vários temas: critérios para poda e remoção de árvores, destino do material podado, árvores dentro do imóvel, administração e situação dos parques da cidade, espaços de participação em temas socioambientais, canais de comunicação com a prefeitura etc.

Então chegou a vez do Felipe mostrar seu trabalho de intervenção em uma área verde no Alto de Pinheiros.

Sem perguntar nada pra ninguém, e sem esperar apoio ou ajuda, ele começou a criar e cuidar de um jardim no canteiro central da avenida, em frente a sua casa. O resultado visual da intervenção foi imediato, e em pouco tempo ele começou a receber ajuda e a ter alguns parceiros em seu trabalho.

Felipe defende a importância da criatividade como princípio de trabalho e do potencial de repercussão que ações como essa podem ter nas pessoas.

No final do encontro, passamos à organização da Ação Transformadora a ser realizada, no próximo sábado, na praça François Belanger. Depois de uma breve conversa em grupos para reunir propostas, abrimos um círculo onde todas as ideias foram colocadas e algumas delas escolhidas.

Decidimos por uma intervenção para estimular a contemplação: plaquinhas com identificação de espécies, plaquinhas inspiradoras, um museu de belezas naturais, pintura de bancos e muretas, plantio de mudas ornamentais, criação de uma trilha para incentivar que as pessoas descubram lugares menos conhecidos da praça.

A ação acontece no próximo sábado, junto com a entrega dos certificados, e marcará o encerramento desta segunda turma.